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Você sabia que na Disney tem fantasma? Assista o vídeo

Ao MESMO ritmo em Que a Disneylândia E mundialmente famosa Entre Crianças e Adultos Como a "Terra da Fantasia", O Que tambem nao faltam São rumores e lendas urbanas Sinistros Sobre o parque e SUAS atrações. E AINDA Pará Alimentar Mais o Repertório de Histórias macabras Relacionadas com a Disney, EXISTE UM vídeo Que Parece Mostrar hum fantasma vagando Pelas SUAS dependencias. De a Acordo com Jancy Richardson, do portal Filme Pilot, o foi de material postado no Youtube há Alguns anos, e , Segundo explicou, como Imagens teriam Sido registradas Pelas Câmeras de Segurança do Parque nsa EUA. Conforme rápido Você poderá conferir a Seguir, no Início, o vídeo Parece Estar Composto APENAS POR cenas tremidas e POUCO definidas - sem nada de Mais. No entanto, A PARTIR DOS Primeiros 14 Segundos, uma Coisa comeca a Ficar Mais interessante. Assista o vídeo não da Matéria definitiva


Como Voce vai ver, uma Sequência Parece Mostrar Uma especie de Espectro luminoso Fazendo hum tranquilo Passeio noturno Pela Disneylândia. Em Alguns momentos, como Imagens inclusive Dão um IMPRESSÃO de Mostrar OS Movimentos tipicos de uma pessoa se locomovendo - mexendo OS Braços e Pernas como de Maneira intercalada -, e AINDA E Possível ver o tal fantasma atravessando OS Portões do Parque e sumindo em hum arbusto nenhuma final. Se as câmeras capturaram Realmente Uma Alma Penada perambulando Pela a Disney NÃO OU, E UMA Questão Que FICA Aberta debate para. No entanto, deixando como Nossas crenças UO ceticismo de Lado, TEMOS that that como concordar Imagens São Paulo - No Mínimo - intrigantes.







FONTE (S)
Filme Piloto / Jancy Richardson
YouTube / Ghost na Disneyland

Você sabia como surgiu o carnaval?

(Quadro de Johannes Lingelbach (1622-1674), Carnaval em Roma)
O carnaval está chegando e resolvemos pesquisar na internet qual a origem dessa festa tão popular. Entramos no site "Brasil Escola" onde achamos o que procurávamos, como surgiu o carnaval.

O site diz que o carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. 

Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste país. 

A História do Carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.

A palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.

Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. As Saceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.

O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.

O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica.

(Ilustração medieval simbolizando um carnaval do período)
As associações entre o carnaval e as orgias podem ainda se relacionar às festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam festas dedicadas ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcadas pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.

Havia ainda em Roma as Saturnálias e as Lupercálias. As primeiras ocorriam no solstício de inverno, em dezembro, e as segundas, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias com comidas, bebidas e danças. Os papeis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.

Mas tais festas eram pagãs. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos as festas. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.

A Igreja Católica buscou então enquadrar tais comemorações. A partir do século VIII, com a criação da quaresma, tais festas passaram a ser realizadas nos dias anteriores ao período religioso. A Igreja pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus excessos, antes do período da severidade religiosa.

Durante os carnavais medievais por volta do século XI, no período fértil para a agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam nas ruas e campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens das casas.

Durante o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte, teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença, canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com carros decorados, os trionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam a bauta, uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três pontas e uma máscara branca.

A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que na colônia era praticada pelos escravos. Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. 

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O carnaval de Pernambuco é um dos mais tradicionais do Brasil. Os bonecos gigantes, conhecidos como bonecos de Olinda, são marca registrada da folia.

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A primeira escola de samba, "Deixa Falar", foi criada no dia 12 de agosto de 1928, no Bairro Estácio de Sá, Rio de Janeiro. Hoje as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo possuem dezenas de escolas.


Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais também foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil.

-Brasil Escola

Fotos

**Créditos da imagem: Marcio Jose Bastos Silva / shutterstock

***Créditos da imagem: Celso Pupo / shutterstock


Você sabia que os ruivos podem deixar de existir no mundo?

Pesquisas sobre a extinção dos ruivos já circularam a internet. Longe de serem teorias da conspiração, os levantamentos feitos até agora apontam um único motivo para tal hipótese: os genes recessivos.
Um ruivo existe graças à união de dois genes recessivos, um do pai e outro da mãe. Um gene recessivo é um trecho do DNA que só expressa sua característica quando herdado do pai e da mãe.
Como ruivos e ruivas nem sempre escolhem se casar com ruivas e ruivos, esta aí a base para tal argumento. Estima-se que apenas 1% da população mundial seja ruiva. Os ruivos são tão poucos que, como minorias, os grupos aproveitaram a tecnologia para se comunicar mais e discutir a questão.
Há até mesmo grupos de ruivos em redes sociais da internet, para incentivar (porque não?) namoros, casamentos, etc…
Em setembro de 2012, um grupo de ruivos chegou a se reunir no vão livre no MASP em São Paulo com uma pauta de reivindicação bem clara: incluir os ruivos no Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Hoje o censo oficial brasileiro conta apenas as populações de negros, brancos, pardos, amarelos e índios.
A porcentagem de ruivos é maior na Europa, de 2 à 4% da população do continente. No oeste e norte da Europa, (Holanda e Escócia), os índices são maiores: de 10 à 13% da população.
Risco ou não?
O risco de extinção dos ruivos, no entanto não é real. Isso porque, embora raros, os genes recessivos também estão presentes em pessoas que não são ruivas. Sendo assim se a outra parte na procriação tiver um gene recessivo o ruivo poderá ter uma prole ruiva. As chances do bebê nascer ruivo neste caso porém são menores, cerca de 50%.
Sendo assim, os cabelos alaranjados e as sardinhas podem continuar sendo raros, mas, por enquanto, exceto por uma catástrofe de proporções globais, os ruivos continuarão a nascer em todo o mundo.

Fonte: TV Folha/ How Stuff Works - See more at: